02/05/2009

ESTE É O PREFEITO DO CRATO QUE NÃO REGULAMENTOU OS MOTOTAXISTAS


DIA DO MUNICÍPIO/JUNHO 2006 TUDO É FESTA NA PRAÇA DA SÉ... A PRIMEIRA DAMA MÔNICA ARARIPE ENTREGA SIMBOLICAMENTE A BATA AO PRESIDENTE DO SINDICATO DOS MOTOTAXISTAS JOSENEU CORREIA.ATO PURAMENTE POLITIQUEIRO, POIS AS BATAS FORAM CUSTEADAS PELOS MOTOTAXISTAS. O PREFEITO QUE ESTÁ ATRÁS, VESTIDO DE CAMISA AZUL CLARO, BATENDO PALMAS...CHAMA-SE SAMUEL ARARIPE/PSDB,NÃO REGULAMENTOU O PROJETO DE LEI N° 1004001/2006 QUE RECONHECE OS MOTOTAXISTAS COMO PRESTADORES DE SERVIÇO A SOCIEDADE...ATÉ HOJE, MAIO/2009 NADA FOI FEITO EM PROL DA MELHORIA DESTA CATEGORIA.

DURANTE AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE HOUVE EM BRASÍLIA DIA 1/04/2009 O Representante da FRENTE NACIONAL DOS PREFEITOS João Bosco Mendonça, chegou a condenar o uso de um único capacete por vários passageiros, classificando a rotina de anti-higiênica e danosa à saúde pública. Motivo: se um carona tiver o vírus da tuberculose, por exemplo, pode passar a doença para outro. NÃO TINHA ARGUMENTO PARA DEBATER NA AUDIÊNCIA E ACHOU MELHOR SER CONTRA, POIS NÃO TEM NENHUM CONHECIMENTO DOS VERDADEIROS PROBLEMAS DA CATEGORIA. SERÁ QUE O PREFEITO DE CRATO SUMUEL ARARIPE FAZ PARTE DESTA FRENTE??? PARECE,NÃO É???!!!!PORTANTO, PRESTEM BEM ATENÇÃO!!!!!!! NOS PREFEITOS DOS SEUS MUNICÍPIOS. FIQUEM LIGADOS....ANO QUE VEM TEM ELEIÇÕES....

UM ABRAÇO DA AMIGA E COMPANHEIRA DE LUTA FÁTIMA CANEJO - LOIRA
CRATO, 02/04/2009

MOTOTAXISTAS DA CIDADE DO CRATO/CEARÁ CONTINUAM SEM LEI...


MOTOTAXISTAS DO SINDICATO DE CRATO/CE.ERAM ASSIM EM 2006, ORGANIZADOS E PADRONIZADOS...CADÊ A NOSSA LEI PREFEITO??????

PROJETO DE LEI DO SENADO 203/2001 QUE REGULAMENTA OS MOTOTAXISTAS E MOTOBOYS IRÁ PARA VOTAÇÃO EM BREVE


A atividade de motoboy e de mototaxista, responsável pelo emprego de mais de dois milhões de brasileiros em todo país, é uma realidade e necessita de ser regulamentada, disse nesta quinta-feira (23) o senador Expedito Júnior (PR-RO), durante audiência pública para debater o tema, realizada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Para o parlamentar, a comissão poderá votar, na próxima semana, o projeto que regulamenta o exercício da profissão.
Expedito Júnior, relator da proposta no colegiado, garantiu que já existe um consenso entre os parlamentares quanto à aprovação do PLS 203/01. Por isso, anunciou que buscará um acordo com o governo para que a proposta seja colocada na pauta de votação da CCJ já na próxima semana. Antes, entretanto, anunciou que iria tentar convencer os senadores indecisos de que apenas um setor não deseja a regulamentação da atividade: o das empresas de ônibus.
Durante a audiência pública, que reuniu especialistas no setor, sindicalistas e representantes do governo, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) disse apoiar a regulamentação da profissão, desde que os condutores e passageiros tenham todas as condições de segurança e que as empresas ofereçam um seguro de vida aos motoqueiros profissionais.
As senadoras Serys Slhessarenko (PT-MT) e Rosalba Ciarlini (DEM-RN) classificaram de "ponto pacífico" a aprovação do projeto, enquanto o senador Jayme Campos ( DEM-MT) defendeu que, na regulamentação da profissão, conste uma cláusula destinada a averiguar a vida pregressa dos condutores.
Já o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) observou que o ideal seria cada município regulamentar a profissão, enquanto o senador Renato Casagrande (PSB-ES), que foi um dos idealizadores da audiência pública, manteve suas dúvidas com relação à pertinência da regulamentação da atividade dos mototaxistas.

Divergências

A mesma dúvida tem o representante da Frente Nacional dos Prefeitos, João Bosco Mendonça. Ele chegou a condenar o uso de um único capacete por vários passageiros, classificando a rotina de anti-higiênica e danosa à saúde pública. Motivo: se um carona tiver o vírus da tuberculose, por exemplo, pode passar a doença para outro passageiro que usar o mesmo capacete. Por isso, ele acha que a atividade de mototaxista deve ser repensada, posição semelhante à do senador Renato Casagrande.
Já Francisco Gomes dos Santos, representando o Ministério do Trabalho, disse que o governo é favorável à aprovação da regulamentação da atividade, desde que a categoria faça uso de elementos indispensáveis de segurança e qualificação profissional.
Flávio Emir Adura, da Associação Brasileira de Medicina no Tráfego, também apoiou a aprovação da proposta com relação à atividade de motoboys para transporte de bens, desde que tenham mecanismos de proteção, entre eles a antena anticerol. O especialista, no entanto, manifestou preocupação quanto à regulamentação do transporte de passageiros - o mototáxi.
Eliomar Pereira, do Movimento Nacional Pró-Regulamentação da Atividade dos Motociclistas Profissionais, afirmou que o setor de transporte de ônibus é o maior opositor à regulamentação da atividade de mototaxistas. Para ele, essa resistência está ligada a questões financeiras e disse que os empresários chegam a usar a "falsa imagem" de que a categoria é a maior causadora de acidentes.
Gilberto Almeida dos Santos, do Sindicato de Motoboys de São Paulo, defendeu a criação de motovias, especialmente nas grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, como condição básica para reduzir os acidentes com motos.
Marta Maria da Silva, do Ministério da Saúde, alertou para o fato de que a maioria dos acidentes com motos ocorre com condutores amadores e não com os profissionais.

Cláudio Bernardo / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

MOTOBOYS PROTESTAM EM CURITIBA


Os motoboys de Curitiba realizaram uma manifestação entre o final da manhã e o começo da tarde de Quarta-feira. Eles bloquearam o cruzamento das avenidas Marechal Deodoro e Floriano, depois engrossaram a passeata dos servidores até a Prefeitura.Os motoboys protestam contra uma lei que pode ser aprovada no Congresso, que proíbe o tráfego nas faixas, os corredores entre os carros. Também são contra o cadastro dos motofrentistas junto à Urbs, que começou a ser feito no mês passado. Uma Lei municipal prevê que todos os motoboys realizem o cadastramento, já que partir de agosto os não cadastrados estarão sujeitos à multa.De acordo com a nova lei, os motoboys terão que fazer um curso, que inclui aulas de direção defensiva, de primeiros socorros e das leis de trânsito. O custo do curso é R$ 47, mas o grande problema para a categoria é a obrigatoriedade da moto estar no nome do usuário. Muitos trabalhadores reclamam que a maioria dos veículos está em nome de terceiros.
Fonte:Blog do Paulo Micoski

MOTOTAXISTAS DE DOURADOS AGUARDEM MODIFICAÇÃO NA LEI...


Um grupo de mototaxistas de Dourados, liderados pelo presidente do sindicato da categoria, Fernando Roberto dos Santos, participou da sessão ordinária da Câmara Municipal na noite desta terça-feira, 28, para acompanhar a apresentação do projeto de lei do vereador Sidlei Alves (DEM), que propõe alterações na Lei Municipal 2.152 de setembro de 1997, que normatiza a exploração do serviço no município.

O projeto de emenda de Sidlei Alves incorpora as sugestões dos mototaxistas, que discordam em parte da lei atual e pedem alterações, no intuito de buscar melhorias para a categoria. “Estamos buscando melhorias para nossa classe e, consequentemente, melhorarmos a prestação de serviço à população”, afirma o presidente do Sindicato.

Entre as alterações propostas, destacam-se a que autoriza “a transferência por doação do alvará de autorização, após 5 anos de concessão” (...) e que permite “a transferência por sucessão do alvará de Autorização à viúva ou filhos do mototaxista, somente se os mesmos se interessarem em assumir a vaga do titular falecido, não podendo transferir a outros que não os herdeiros dependentes do titular falecido”

Sidlei Alves justifica que Dourados conta hoje com aproximadamente 200 mototaxistas, que conseguiram a vaga através de concurso público municipal (1998 e 2001). “Naquela época, os profissionais eram 350, porém, muitos desistem dessa profissão quando encontram condições melhores em outra, deixando a vaga conquistada ser cancelada. Neste ínterim, a vaga poderia ser ocupada por algum profissional da família ou amigo que esteja desempregado”, explica.

Fonte:AgoraMS.com.br - 29/04/2009

MOTOTAXISTAS DE AQUIDAUANA COMEMORAM 12 ANOS DE ATIVIDADES

Organizado no Clube ARPA pelo vereador Clézio Fialho, do PSL, vice-presidente da Câmara Municipal de Aquidauana, mototaxistas da cidade comemoraram 12 anos de atividades com torneio de futebol, almoço e muita música embalada pela dupla Sérgio e Ivan.

Um dos objetivos deste encontro foi também de fortalecer a categoria, discutir novos projetos para a classe e principalmente iniciar entendimentos no sentido de implantar o sindicato da categoria.

Além dos profissionais e seus familiares, também estiveram presentes o ex-prefeito Felipe Orro e o deputado estadual do PT Paulo Duarte e um grande números de líderes evangélicos.
Fonte:Aquidauana News - 29/04/2009

FIM DO CORREDOR DAS MOTOS?


Projeto quer motocicletas atrás dos veículos, enterrando os corredores laterais que dão mais agilidade, mas podem causar acidentes


Projeto que quer proibir motocicletas nos corredores das ruas e avenidas tem repulsa unânime dos motociclistas

Por enquanto, é só Projeto e ainda não saiu do papel. Porém, o tema tem se espalhado como rastilho de pólvora entre os motociclistas e gerado muita discussão no meio.

Se o Projeto n° 2650/2003, de autoria do deputado federal Marcelo Filho, da Bahia, for aprovado e virar Lei, ela proibirá os motociclistas de trafegarem fora dos corredores, isto é, entre os automóveis nas avenidas e ruas.

No trânsito, na prática, a proposta do Projeto obriga as motos, quando estiverem se locomovendo ou paradas no semáforo, a se comportarem como os automóveis, um atrás do outro, respeitando a distância de segurança que existe entre os veículos.

Sem sentido

No entanto, para ela ser executada, a Lei terá que ser aprovada pelo Senado e sancionada pelo presidente da República.

Valterclar Vieira, presidente do Sindicato dos Mototaxistas de Fortaleza, afirma que a principal característica de veículos de duas rodas é a agilidade e a eficiência. Para ele, o projeto é sem sentido e deverá aumentar ainda mais o engarrafamento que existe em nossa capital.

“Para a categoria que depende (de agilidade) para trabalhar, como fazer pronta-entrega nas motos, por exemplo, o corredor é o único meio viável para escapar do trânsito de Fortaleza”, acrescenta.

Segundo o presidente, os maiores índices de acidentes estão nos cruzamentos e por motoristas alcoolizados. Ele explica que neste espaço não há colisões, já que pilotos estão acostumados a reduzirem a velocidade, principalmente, em sinais fechados.

Valterclar , no entanto, se diz tranqüilo. Ele acredita que esse projeto não “vingará”, ou seja, não passará pelos trâmites legais. “Mesmo porque , se respeitassem essa proibição nos corredores, o tráfego se tornaria ainda pior. Os centros urbanos seriam um caos, pois num trajeto que levaria 20 minutos, com a medida, poderia levar mais de uma hora”, calcula.

Carlos Alberto, que trabalha no dia-a-dia em cima de uma moto fazendo entrega de medicamentos para uma farmácia pelos bairros de Fortaleza, acredita que esse tipo de projeto, ao invés de ajudar, limita o trabalho do profissional sobre as duas rodas.

“No meu caso, o meu trabalho requer pressa e ela é fundamental, pois se relaciona com pessoas enfermas. Numa pronta-entrega, em que o cliente precise de remédios urgentemente, o corredor é que faz a diferença em nossas manobras”, salienta.

Carlos explica que já morou em São Paulo uns oito anos e lá a história é outra. “Os motociclistas ou motoboys como nos chamam são mais respeitados que em qualquer lugar do País. Lá, os carros respeitam os corredores pois eles têm consciência que são vitais para fluir o trânsito”, diz.

O profissional enfatiza que se isso acontecer seu emprego estará em jogo. “Pensando bem, milhares de pessoas ficariam sem atividade. Uma enormidade de serviços que a população necessita com agilidade, como pagamentos de faturas em bancos, entregas de marmitas, entre outros, não seria mais possível de ser realizadas”, prevê. Para ele, a solução do trânsito está em campanhas educativas - tanto para motoristas e pilotos - “e um melhor investimento em sinalização e fiscalização”, finaliza
Fonte: Diário do Nordeste, Fortaleza,29/04/2009

GUIA DE TRANSPORTE PÚBLICO DE FORTALEZA É TEMA DE PROJETO DE LEI

O Vereador Plácido Filho (PDT) propôs, através de Projeto de Lei, a criação do Guia do Usuário do Transporte Coletivo e Individual. a ser elaborado pelo gestor de transporte público de Fortaleza.

O guia deverá ser distribuído à população nos terminais, pontos de parada e locais de estacionamento de veículos do sistema de transporte público urbano.A publicação, que deve ser redigida em linguagem clara e concisa, de forma a ser acessível ao usuário dos serviços de transporte público coletivo e individual tem como objetivos principais divulgar os direitos dos usuários, facilitar o seu acesso aos dispositivos legais pertinentes aos mesmos,informá-los sobre os deveres dos motoristas, cobradores, fiscais, condutores de moto-táxi e permissionários ou concessionários dos serviços, entre outros.

Para Plácido Filho, através deste guia, cuja elaboração está sendo proposta, os usuários terão um meio para consultas, denúncias e reclamações: "É um documento que se refere a um conjunto de disposições legais que poderiam até originar uma pequena consolidação de leis afins. Mediante a sua consulta, os usuários poderão fundamentar as suas reclamações e denúncias nos órgãos competentes. As empresas permissionárias ou concessionárias, os empregados que trabalham nos veículos e os fiscais poderão utilizá-lo como fonte de consulta, para conhecer os seus respectivos deveres no tocante aos usuários”, concluiu Plácido Filho.

AVOL-27/042009

PROIBIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE MOTOS ENTRE VEÍCULOS É CRITICADA


O projeto de lei que quer proibir os motociclistas de trafegar no corredor formado entre carros, ônibus e caminhões não tem agradado a categoria. Entidades representantes dos profissionais que trabalham com motos afirmam que a regra não teria o efeito desejado.

O Projeto de Lei 2650/03, que tramita na Câmara dos Deputados, determina que o motociclista deverá observar a distância lateral de 1,5 metro dos carros em circulação.

Mas a Abram (Associação Brasileira de Motociclistas) aponta que o Pram (Programa de Prevenção de Acidentes com Motocicletas) fez um estudo que contatou que 90% dos acidentes ocorrem por imprudência dos motoristas dos automóveis e não dos motociclistas.

Para o Sindimoto-SP (Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Moto-Taxistas do Estado de São Paulo), se a lei passar, cerca de 1,5 milhão de motociclistas serão prejudicados. O presidente da entidade, Gilberto Almeida dos Santos, afirma que é a favor de leis que visam reduzir acidentes. "Não somos contra as leis ou qualquer outro assunto ligado a redução de acidentes envolvendo motociclistas, porém, é preciso que nós sejamos ouvidos para juntos acharmos soluções."

De autoria do deputado Marcelo Guimarães Filho (PFL-BA), o projeto de lei foi aprovado no dia 7 pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados. A proposta segue para análise do Senado. Se for aprovada, precisará ainda do aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para virar lei.

Vivian Costa
Diário do Grande ABC

EXPEDITO JUNIOR: "MOTOTAXI É REALIDADE NAS CAPITAIS"

Extraído de: Agencia Senado - 23 de Abril de 2009
O senador Expedito Júnior (PR-RO) foi categórico em afirmar que, ao aprovar a regulamentação de mototaxistas e de motoboys, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) não estará criando nada:

- Nós não estamos inventando nada. Essa profissão já existe e nós estamos apenas regulamentando a realidade atual, ou seja, que todas as capitais do país não vivem hoje sem os motoboys - declarou Expedito, assegurando que todos os prefeitos das cidades da Amazônia são favoráveis ao projeto de regulamentação da profissão.

Expedito Júnior lembrou ainda que a medida, defendida pelo Ministério do Trabalho, ajudará a retirar da informalidade cerca de 1,5 milhões de mototaxistas e motoboys.

Os senadores da CCJ iniciaram agora a fase de debates com os expositores da audiência pública sobre o tema.