08/09/2010

MOTORROMARIA DE FORTALEZA/CE A CANINDÉ REUNE MAIS DE 50 MIL MOTOS

A 24ª Motorromaria de Fortaleza a Canindé, considerada a maior do Estado, será realizada no próximo dia 19 e a expectativa é a participação de 50 mil motos desde 50 cilindradas até 2.300 cilindradas. Os pagadores de promessas e devotos de São Francisco vão sair às 8 horas da avenida Mister Hull, na altura do Colégio Santa Isabel e vão percorrer os 120,2 quilômetros da Capital até Canindé em duas horas e meia, a 50 quilômetros por hora, pela BR-020.

Além dos motorromeiros que saem de Fortaleza, durante o caminho, na altura de Caucaia e Maranguape, outros grupos se unem aos participantes e, na chegada da cidade onde fica o maior santuário franciscano das Américas, é feito um buzinaço até a chegada na praça dos Romeiros. Ali será celebrada uma missa e concedida uma bênção aos que estiverem na motorromaria.

“A chegada era sempre no pátio da Basílica, mas devido ao grande número de pessoas resolvemos ir este ano para a praça dos Romeiros. Ali seremos abençoados pelo pároco, frei Amilton dos Santos”, diz Edson Maia, coordenador da motorromaria.

Ele diz que, este ano, para a segurança do evento, haverá policiais rodoviários, dois helicópteros, cinco ambulâncias e três caminhões para o recolhimento das motos que apresentarem algum problema durante o trajeto. Ainda haverá grupos de socorro e urgência e a presença de guardas municipal de Canindé. “Este ano também, durante a motorromaria, a BR-020 terá mão única”, informa.

Missa e benção

Após a missa e a bênção, na Praça dos Romeiros, os participantes irão para o BNB Clube, na entrada da cidade, onde haverá uma confraternização. “Teremos o sorteio de uma motocicleta”, informa Edson Maia. Os que quiserem participar da motorromaria deverão comprar a camiseta que custa R$ 10,00 a de mangas curtas e R$ 15,00 a de mangas longas. Os preços são os mesmo para homens e mulheres. Os interessados devem obter mais informações pelo telefone (85) 3274 2442 (85) 3274 2442

MOTOTAXISTAS DE ARACAJÚ/SE FAZEM ATO NA PORTA DA CÂMARA MUNICIPAL

VEREADOR FÁBIO MITIDIERI/PDT
IRINALDO PRESIDENTE DO SINDICATO DOS MOTOTAXISTAS DE ARACAJÚ: NÓS QUEREMOS TRABALHAR LEGALMENTE
ATO NA PORTA DA CÂMARA DE VEREADORES
CATEGORIA REGISTROU PRESENÇA NA LUTA PELA LEGALIZAÇÃO DA PROFISSÃO
Mototaxistas de Aracaju fizeram um ato na porta da Câmara Municipal de Aracaju na manhã desta segunda-feira, 30, quando representantes da categoria participaram de uma Sessão Especial proposta pelo vereador Fábio Mitidieri (PDT), com a finalidade de discutir projeto sobre a regulamentação da profissão. Um carro e três policiais da Companhia de Choque, além de guardas da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) ficaram nas proximidades, mas a manifestação foi pacífica.

Os mototaxistas voltaram a pedir apoio dos vereadores para que aprovem projeto regulamentando a profissão. Segundo o presidente do Sindicato dos Mototaxistas de Aracaju, Irinaldo
Categoria registrou presença na luta pela legalização da profissão
Santos Oliveira, já são 652 municípios brasileiros em que a profissão está legalizada. “Em Sergipe são mais de um mil mototaxistas querendo trabalhar legalmente, mas não conseguem por conta do Poder Municipal. É preciso que entendam que fazemos trabalho honesto, que temos filhos para criar e que não podemos ficar nessa ilegalidade”, entende Irinaldo.

O projeto de autoria do vereador Fábio Mitidieri (PDT) regulamentando a profissão foi apresentado ano passado, mas rejeitado em votação no plenário da Câmara de Vereadores de Aracaju. Encontra-se na Comissão de Cidadania e Justiça da Câmara Municipal de Aracaju, que já emitiu parecer negativo.
Irinaldo: "Nós queremos trabalhar legalmente"
“Eu recorri e continuo trabalhando para a sua aprovação. Regulamentar a atividade dessa categoria aqui é fazer valer o desejo de 76% da população que aprova e é usuária do mototáxi em Aracaju”, entende o vereador, lembrando que do ponto de vista do Congresso Nacional, a profissão de mototaxista é legal.

“Muitos foram os municípios que aprovaram o mototáxi e foi entendendo que se trata de uma forma de trabalho que o presidente Lula sancionou em 29 de julho do ano passado a regulamentação da categoria. Um ano depois, mototaxistas aracajuanos continuam a atuar sem a aprovação da prefeitura. Eles são pais de famílias e precisam trabalhar. Se há falhas no transporte coletivo, é preciso adotar alternativas e o mototáxi é uma delas”, enfatiza Fábio
Fábio Mitidieri: "Ausência da SMTT demonstra descompromisso"
Mitidieri, lamentando a ausência de um representante da Prefeitura de Aracaju na Sessão Especial.

"A ausência da SMTT talvez demonstre o descompromisso do orgão com a categoria. Lamento profundamente não ter um representante do executivo municipal para que argumente com números e dados o motivo da não regulamentação destes profissionais", disse destacando o uso do motaxímetro, que já existe em outras capitais para proteger os cidadãos que utilizam esse serviço.

Por Aldaci de Souza
Fonte:Infonet-política

MOTOTAXISTAS EM PÉ DE GUERRA NA PONTE DA AMIZADE QUE LIGA O BRASIL AO PARAGUAI

O protesto que tumultuou o trânsito na Ponte da Amizade na manhã desta quinta-feira pode ter sido apenas a primeira de muitas manifestações. Além da já antiga queixa contra a fiscalização, somam-se, agora, disputas entre mototaxistas paraguaios e brasileiros.

O "x" da questão é a atuação de mototaxistas paraguaios na cabeceira verde e amarela da Ponte da Amizade. Ao trazerem seus passageiros a Foz do Iguaçu, os profissionais do país vizinho costumam "aproveitar a viagem" para oferecer a travessia de volta e captar clientes de última hora nas proximidades da aduana.

Nesta quinta, porém, fiscais do Instituto de Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans), pressionados por mototaxistas legalizados pela prefeitura iguaçuense, controlaram a atividade e impediram que motos do país vizinho fizessem a travessia de passageiros no sentido Paraguai.

Tal situação foi o detonante do protesto que chegou a interromper por alguns instantes o trânsito de veículos na fronteira mais movimentada da América do Sul e impediu, por sua vez, que mototaxistas brasileiros fossem mais além da cabeceira paraguaia da Ponte da Amizade. Quem tentava fazê-lo, era "convencido" a descer da moto e aguardar o fim do protesto ou, então, dar meia-volta e retornar ao Brasil.

Apesar de questionarem o controle brasileiro, os paraguaios queixam-se, por outro lado, da falta de fiscalização das autoridades de trânsito de Ciudad del Este, que permitiriam a livre atuação de mototaxistas brasileiros do lado de lá da fronteira.

A relação entre mototaxistas paraguaios e brasileiros é historicamente tensa e piorou desde que o Foztrans determinou a padronização do serviço, obrigando os profissionais de Foz do Iguaçu a gastos como a troca do modelo ou da cor da moto e dos acessórios de segurança.
Fonte:Paranáonline

PREFEITURA DE DIAMANTINO/MATO GROSSO COMEÇA ESTRUTURAR MOTOTAXISTAS

A prefeitura de Diamantino, através da Secretaria Municipal de Administração e do Departamento Municipal de Trânsito, deu início às ações visando organizar a atividade de Moto-taxi na cidade. O Objetivo é adequar a atividade à legislação federal e às leis municipais 749/2010 e 762/2010.

No último dia 26/08 foi feita uma primeira entre representantes da prefeitura e dos moto-taxistas quando foi constituída uma comissão para conduzir os trabalhos. Na comissão, estão representantes de quatro grupos de moto-taxi existentes atualmente na cidade. Nessa primeira reunião muitas dúvidas foram levantadas e realmente vamos precisar discutir cada detalhe, cada procedimento para que os profissionais moto-taxistas possam trabalhar com maior tranqüilidade, dentro da legalidade e com direitos e deveres como qualquer outra atividade. “O maior ganho para estes profissionais é que além de adquirirem sua independência individual (cada um terá seu própria alvará de funcionamento), terão também acesso aos programas sociais do governo”, disse a secretária Cleide Anzil. Neste momento a Comissão está reestudando a legislação municipal para fazer ajustes.

O serviço de Moto-taxi que já existe no país há mais de dez anos, foi regulamentado em 2009 pelo Governo Federal. Tanto a legislação federal como a municipal são muito polêmicas e ferem interesses diretos da categoria e o maior desafio é chegar a um acordo que agrade a todos, já que esses interesses são diferentes conforme a cidade e os grupos constituídos.
Fonte:Prefeitura de Diamantino

SESSÃO TÉCNICA DISCUTIU ALTERAÇÕES NA LEI DE MOTOTAXISTAS EM OLÍMPIA/SP

Da Assessoria
Uma sessão técnica realizada pela câmara municipal, na noite da segunda-feira, dia 30, serviu para discutir as alterações propostas pelo prefeito Eugênio José Zuliani, Geninho, para a lei que regulamenta o serviço de moto-taxista e moto-entregadores em Olímpia.

O Projeto de Lei nº. 4265/2010 foi debatido com o assessor jurídico da prefeitura, Edilson César de Nadai. Agora a proposta deverá seguir para plenário para votação dos vereadores, quando poderá receber algumas emendas modificativas.

Participaram da sessão: presidente da câmara, Hilário Juliano Ruiz de Oliveira e os vereadores José Elias Morais, João Batista Dias Magalhães, Gustavo Zanette, Rodney Freu Ferezin, Luiz Antônio Moreira Salata, proprietários de agências e alguns profissionais que atuam na área.

A Sessão Técnica foi realizada por solicitação da mesa diretora da câmara, por entenderem que o projeto é de grande relevância para o município e por isso havia a necessidade de maiores esclarecimentos quanto ao mérito do referido documento.

MOTOTAXI, MOTO BOY, MOTOFRETE OU MOTOCLANDESTINO ? O QUE VOCÊ QUER PARA SUA CIDADE E PARA VOCÊ?

Exatamente um ano atrás, no dia 02 de setembro de 2009, este colunista já antecipava no Portal de Notícias edelsonfreitas.com a aprovação da Lei 12.009/2009 – Lei do mototaxista/motoboy.
Já que o assunto está em voga e, achando por bem, com as devidas atualizações, faço a republicação da mesma, visto que, terminado o prazo para as devidas adequações, ela já está valendo.

Foi mais ou menos assim que eu disse:
MOTOTÁXI, MOTOBOY ou “MOTOCLANDESTINO...!”
O que você quer para sua cidade e para você ?

No dia 29 de julho de 2009 foi sancionada pelo Presidente Lula Lei que “(...) Regulamenta o exercício das atividades dos profissionais em transporte de passageiros, "mototaxista", em entrega de mercadorias e em serviço comunitário de rua, e "motoboy", com o uso de motocicleta, alterando a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, para dispor sobre regras de segurança dos serviços de transporte remunerado de mercadorias em motocicletas e motonetas - moto- frete -, estabelece regras gerais para a regulação deste serviço e dá outras providências (...)” – LEI 12.009 de 29/07/2009.

Foram grandes as discussões em torno do assunto e sem data fixa para findar já que a própria Lei determina em seu bojo a necessidade de regulamentação por parte dos Estados e Municípios como pode ser verificado em:

“(...) Art. 139-A. As motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de mercadorias - moto-frete - somente poderão circular nas vias com autorização emitida pelo órgão ou entidade executivo de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, exigindo-se, para tanto (...)” – LEI 12.009/09

Reforçado em seu artigo 139-B que dita o seguinte:
“(...) Art. 139-B. O disposto neste Capítulo não exclui a competência municipal ou estadual de aplicar as exigências previstas em seus regulamentos para as atividades de moto-frete no âmbito de suas circunscrições (...)” – LEI 12.009/09

As divergências entre aqueles que apóiam a regulamentação da profissão e os que não são a favor se ancoram em pontos concretos, cada um com sua fundamentação. Para os que são contra, o principal argumento é o da segurança tanto do condutor quanto do passageiro que irá se aventurar, sendo Marcos Bicalha, Superintendente da ANTP (Agência Nacional de Transportes Públicos), um dos maiores defensores dessa tese, ele disse que o projeto sequer poderia ter sido aprovado nas casas legisladoras, completou afirmando que “(...) a regulamentação irá aumentar o número de acidentes e de mortes no trânsito. “É um veículo possante e inseguro que exige destreza de quem pilota e de quem é conduzido e se o passageiro não tiver o costume de andar na traseira de uma moto coloca em risco a própria vida, a do motociclista e a de outras pessoas (...)”

De fato se formos consultar os órgãos reguladores do trânsito do país verificaremos que em suas estatísticas constam um número bem maior de vítimas fatais em acidentes automobilísticos com motocicletas do que com automóveis convencionais. Em uma velocidade de 50 km/h um carro que se choca com um canteiro ou meio-fio, estando o motorista usando os equipamentos de segurança previstos (cinto, cadeirinha para bebês, etc.) dificilmente sofrerá grandes danos físicos, contudo, a uma mesma velocidade a motocicleta que se envolve em semelhante acidente, possivelmente trará aos seus ocupantes maiores possibilidades de se machucarem com a inevitável queda.

VOZES DE APOIO

Do lado daqueles que apóiam os efeitos que a Lei trará estão principalmente os usuários do sistema ainda clandestino: os condutores e os passageiros contumazes. Independente da aprovação ou não nos municípios esse meio de transporte já é uma realidade, existe há muitos anos e não será agora que irá deixar de ser demandado pois, do lado dos passageiros existem as argumentações de menor custo e maior rapidez e agilidade nas viagens, além da facilidade com que se pode localizar um “Mototáxi”, praticamente em qualquer canto da cidade, já que para os mototaxistas que têm menores custos operacionais com seus veículos, em comparação a um carro convencional, podem ir a lugares onde aqueles preferem não estar, a exemplo de estradas com pavimentação irregular e rural.

Já os mototaxistas, estes sim só têm a ganhar com a regulamentação já que passariam a contar com o registro da profissão junto à Previdência, com a criação de Federações e Associações mais organizadas, acesso a linhas de créditos e descontos em impostos na compra de motocicletas de aluguel, a exemplo do já acontece em muitos Estados com isenção do IPI para a compra de Taxis, padronização e melhor qualificação dos serviços, etc.

Hoje quando um “Motoclandestino” se machuca em sua atividade, o tempo que ficar parado será um tempo de prejuízos visto que a Previdência não o considera um trabalhador regulamentado, porque se assim o fosse, no período de convalescência estaria ele recebendo enquanto se recuperasse ou até mesmo pelo resto da vida se fosse, em um caso mais extremo, comprovada a invalidez. O que não ocorre com a falta de regulamentação.

Mas por que mesmo com estas vantagens ainda existem "Motoclandestinos" que não desejam a regulamentação da Lei em sua cidade, como está sendo o caso de Simão Dias ? A resposta com certeza está nas exigências que a mesma faz para aprovar o exercício da profissão, pois em um primeiro momento, com toda certeza já excluiria das ruas cerca de 50% dos mototaxistas que hoje operam no município. Você duvida ? Pois bem, em seu artigo 2º a Lei 12.009/09 discorre sobre os requisitos necessários para a atividade, a saber:

I - ter completado 21 anos (Quantos passariam nesse item?);

II - possuir habilitação, por pelo menos 2 (dois) anos, na categoria (Esse nem vou discutir!);

III - ser aprovado em curso especializado, nos termos da regulamentação do CONTRAN (A especialização em curso, viria normalmente com o projeto do Executivo, sem muitos problemas para esse item) ;

IV - estar vestido com colete de segurança dotado de dispositivos retro-refletivos, nos termos da regulamentação do CONTRAN. (Penso que esse item também não seria problema).

A maior peneira seria passar no item VI do Parágrafo único do artigo 2º:
Parágrafo único. Do profissional de serviço comunitário de rua serão exigidos ainda os seguintes documentos:

I – carteira de identidade;

II – título de eleitor;

III – cédula de identificação do contribuinte – CIC;

IV – atestado de residência;

V – certidões negativas das varas criminais;

VI – identificação da motocicleta utilizada em serviço. (Lógico que nesse item seria exigido o “RG“ da motocicleta, ou seja, seu CRLV – Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo, que obviamente deverá estar ATUALIZADO e com seguro obrigatório PAGO !)

E DA MOTOCICLETA SERÁ EXIGIDO:
I - registro como veículo da categoria de aluguel;

II - instalação de protetor de motor mata-cachorro, fixado no chassi do veículo, destinado a proteger o motor e a perna do condutor em caso de tombamento, nos termos de regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN;

III - instalação de aparador de linha antena corta-pipas, nos termos de regulamentação do CONTRAN;

IV - inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança

Talvez sejam estes alguns dos motivos que fizeram “esfriar” a expectativa da aprovação da Lei, contudo, isso ocorre geralmente nos pequenos centros pois nas cidades de maior porte a luta dos mototaxistas e motoboys é grande. Quanto maior o nível de regularidade documental que tem os motociclistas de uma cidade, maior será o desejo de regulamentação da Lei, como deve estar sendo o caso de Própria, ao que parece já andam bem avançados nas propostas para regulamentação. Em Aracaju a situação é igual, a luta pela aprovação no legislativo municipal vem sendo acompanhada de perto pelos Mototaxistas.

Em Simão Dias não deveria ser diferente, uma das maiores cidades do Estado onde os próprios Mototaxistas deveriam se organizar e buscar a adequação de suas situações individuais para que pudessem transformar sua atividade em Profissão digna e registrada, já que a própria Lei, em seu artigo 8º estipula o prazo para a adequação aos requisitos:
“(...) Art. 8º Os condutores que atuam na prestação do serviço de moto-frete, assim como os veículos empregados nessa atividade, deverão estar adequados às exigências previstas nesta Lei no prazo de até 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, contado da regulamentação pelo CONTRAN dos dispositivos previstos no art. 139-A da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, e no art. 2º desta Lei. (...) LEI 12.009/09

Mototaxistas e Motoboys !!! Estamos falando de um ano (já passado) de adequação às exigências da nova Lei, isso não seria tempo suficiente para o município de Simão Dias não começar atrasado? Atualmente, tudo isso de uma forma ou de outra será exigido e sem o prazo estipulado pela Lei quando as maiorias das cidade já estiverem com suas regulamentações em dia.

A não adequação no município será ato irresponsável, pois sabemos da existência da atividade clandestina, como também sabemos que o Mototaxista sozinho nada conseguirá. Independente das opiniões em contrário, o que de fato existe é a LEI, ela não foi aprovada? Então pronto !

A sociedade organizada, os representantes da população de Simão Dias, as Federações e Associações constituídas do município podem e devem ajudar nessa regulamentação. Não podemos simplesmente fechar os olhos para o problema pelo fato do mesmo se apresentar “complicado”. Que sejam construídos os devidos projetos, que sejam eles votados. Se não começar agora, já sairemos atrasados e com previsão de nem chegar!

É injusto deixar que homens que sustentam sua famílias com recursos adquiridos transportando “vidas” não sejam considerados profissionais e sejam chamados de “Clandestinos”.

Isso vocês, Motaxistas e Motoboys, não podem deixar acontecer !

“(...) Não cometas nenhum ato vergonhoso, nem na presença de outros, nem em segredo.

A tua primeira Lei deve ser o respeito a ti mesmo (...)”Pitágoras

Colunista do Portal de Notícias Edelsonfreitas.com é Escrivão de Polícia Judiciária,
Bacharel em Ciências Econômicas, Graduando em Direito
e Pós-Graduado em Economia Financeira e Análises de Investimentos pela UEFS

CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL HERMÍNIO COELHO APOIA MOTOTAXISTAS DE PORTO VELHO

candidato a deputado estadual Hermínio Coelho (PT) deixou de participar da carreata da coligação na manhã do último sábado para se dedicar à sua campanha eleitoral. Hermínio percorreu os pontos de táxi e mototaxis, onde falou de suas propostas e estreitou ainda mais sua relação com eleitores da capital. Hermínio começou sua trajetória política no sistema de transporte de passageiros urbanos de Porto Velho como sindicalista e possui vários projetos elaborados e aprovados direcionados para o setor.

Hermínio também teve atuação decisiva no projeto que acabou com a proibição do serviço de mototáxi da capital e ainda outros projetos que valorizam o taxista. “São duas categorias que tiveram atuação destacada nos últimos dois anos. Uma foi criada após uma intensa batalha na Câmara; a outra passou por uma grande reformulação após a criação oficial de seu sindicato. O setor de transporte da capital melhorou muito após a organização desses segmentos”, comentou Hermínio.

INFORMATIVO

No informativo editado pela assessoria do candidato, Hermínio Coelho lembra um pouco de sua trajetória política como presidente da Câmara de Porto Velho. Um de seus último projeto de repercussão na Câmara foi a elaboração do projeto que favoreceu a quebra do monopólio das empresas de transportes de passageiros da capital. Dentro de aproximadamente seis meses, um serviço de melhor qualidade, e com maior quantidade de ônibus irá atender a toda a comunidade porto-velhense.

Outro projeto aprovado é o que garante que mantém na mão de familiares a placa do táxi por motivo de invalidez ou morte do taxista. O projeto é conhecido como “Lei da Herança”. Hermínio disse ainda em seu informativo que não se esqueceu do Projeto que garante a folga dos comerciários da capital aos domingos e feriados. O projeto será reapresentado oportunamente. Hermínio também destacou sua luta na ação de despejo de centenas de famílias na Estrada da Penal quando ele mesmo acabou sendo vítima da truculência e violência dos policiais que cumpriam ordem de desapropriação da área.
Fonte:Rondonoticias

SARAMANDAIA/BA SOB AS LEIS DO TRÁFICO


Morador do bairro de Saramandaia em Salvador mostra como deve andar no local
Felipe Campos | Redação CORREIO
Para quem mora em Saramandaia é assim. Ou você opta pela lei oficial, que orienta a utilização de um acessório para a sua própria segurança, ou acata uma outra, cruel e implacável, imposta por traficantes que não aceitam que motociclistas escondam seus rostos atrás de capacetes enquanto transitam sobre sua “área dedomínio”.

Entre uma orientação pela sua segurança e a garantia da própria vida, o condutor sempre optará pela lei do mais forte. Nesse caso, vence a lei do poder paralelo. Morador de Saramandaia há mais de 20 anos, um motociclista, que preferiu não se identificar, anda sem capacete pelas ruas do bairro com medo de ser confundido com algum bandido rival dos que dominama região.

Porém,em 15 de agosto, as leis se cruzaram. Ao sair do bairro para levar a namorada em casa, o motociclista foi surpreendido por uma viatura da Polícia Rodoviária Estadual( PRE). O capacete estava preso no braço direito e seria colocado na saída do Jardim Brasília, onde se sente mais seguro.

Ele ainda tentou colocar o capacete, mas foi avistado pelo tenente-coronel José Gracindo França Peixinho, que o multou por andar sem capacete, penalidade considerada gravíssima, com perda de sete pontos na carteira de habilitação, que ficou retida.
Revoltado, refém de duas leis, o morador desabafa: “Um cidadão como eu fica a mercê de duas leis.Ocara não sabe o que fazer, velho! Euprefiro ficar sem capacete a tomar um tiro e morrer...melhor pagar a multa”. Segundo ele, há cerca de seis anos, o uso de capacetes foi abolido do bairro,desde o assassinato de um morador que foi confundido com um rival. Em agosto de 2009, o delegado José Magalhães, titular da 19ª Delegacia, em Itaparica, proibiu o uso de capacetes na tentativa de coibir a prática de assaltos por motocilistas.

PROTESTO
A imposição de uma lei paralela e a necessidade de escolher um mal menor, o fez escrever uma carta em protesto que será apresentada ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) como argumento para escapar da condenação. Como justificativa, escreveu: “Sei que o uso do capacete é obrigatório. Mas também sei que se eu usar onde moro, pode também ser o meu mal. Então qual vai ser a lei que vaimeamparar agora? Alei do código de trânsito ou a lei dos traficantes? ”.

Mototaxistas da região ouvidos pelo CORREIO contaram que infringir a lei oficial e a dispensa do capacete são comuns e é pedido pelos próprios passageiros que sabem da determinação. “Aqui dentro, o pessoal todo anda sem capacete, por que tem aquela questão, né? Até pela própria segurança. Não queremos que pensem que nós somos de fora, porque é complicado”, explicou o motocilista Marcos Lauro da Paz, um dos filiados a um pequeno ponto de mototáxi na rua Régis Barreto.

Quando transporta passageiros em outros bairros violentos, como Nordeste de Amaralina, é com um que ouça a mesma orientação. “Quando levo o pessoal nesses lugares assim, eu mesmo pergunto se tem algum problema. Eles geralmente falam pra tirar o capacete pra não serem confundidos com traficantes”. Procurado pelo CORREIO, a PRE informou que a Polícia Militar tem um convênio com o Detran que delega autoridade como agente fiscalizador de trânsito nas situações de competência do estado em qualquer área, seja rodoviária ou urbana. O tenente-coronel Peixinho não foi encontrado pela reportagem.
Fonte:Correio/o que a Bahia quer saber

SERVIÇO DE MOTOTAXI É TEMA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA EM VALENTE/BA


solicitação da Audiência Pública foi do Promotor de Justiça Substituto de Valente, Dr. Millen Castro, com vistas a esclarecer aos mototaxistas sobre a necessidade de regulamentação do serviço por parte do Município de Valente, bem como as exigências para o exercício da atividade, na conformidade da lei federal.
O Capitão Evódio, Coordenador da Ciretran falou das exigências básicas para o exercício da atividade de mototaxista (ser maior de 21 anos, habilitado há no mínimo dois anos, documentação do veículo em ordem e equipamentos de segurança), além de outras fixadas em lei municipal, constatando-se que a situação dos mototaxistas de Valente é bastante complicada vez que dentre os cerca de cinquenta prestadores do serviço, mais de 80% não são habilitados e um percentual expressivo não está com a documentação de seus veículos regularizada.
Considerando que, na conformidade da lei federal, o exercício da atividade de mototaxis somente poderá ser permitido após a regulamentação mediante lei municipal e que para a emissão do competente alvará será exigido o preenchimento dos requisitos básicos, mesmo que o Chefe do Poder Executivo encaminhe projeto de lei à Camara Municipal dispondo sobre a regulamentação do serviço de mototaxis em Valente, a maioria esmagadora dos atuais mototaxistas somente estarão aptos a obter o alvará dentro de, no mínimo, dois anos após o recebimento da indispensável Carteira de Habilitação.
O Dr. Millen Castro esclareceu que o exercício irregular da atividade de mototaxis consiste na prática de crime e que os infratores poderão ter seus veículos apreendidos pela Polícia Militar sem prejuízo das penalidades previstas em lei.
Pelo visto, à exceção de poucos, os atuais mototaxistas de Valente estão com seus dias contados, não vislumbrando-se outra alternativa senão a busca de outra atividade que lhes garanta o sustento próprio e de suas famílias.
Fonte:Tribuna do Sisal

07/09/2010

MOTOTAXISTA LUTA PELA REGULARIZAÇÃO EM FRANCA/SP


Ser mototaxista requer capacidade e atenção redobrada em Franca. Hoje, no município deverão trabalhar mais de 600 pessoas. Porém, 20% estão com a situação regularizada junto à prefeitura. No entanto, a fiscalização começou a agir contra os trabalhadores. Eles possuem uma ficha de espera, mas não sabem quando vão participar do curso, que abrirá vagas para mais 500 profissionais. - hoje são 230 credenciados. O que piorou ainda mais foi a legislação aprovada na Câmara, que prevê multa que pode chegar a R$ 800 mil, caso não tenha o seguro ou seja clandestino.
Ao ter a lei aprovada, os mototaxistas se articularam e estiveram na Câmara Municipal para protestar. "Sabemos que estamos trabalhando na clandestinidade, mas lutamos pela regularização. O que nos impede é a Prefeitura que colocou o curso para ocorrer no final do ano. Precisamos fazê-lo agora", observou Dermival Carrijo.
Segundo ele, a regularização está sendo pleiteada pelos clandestinos, já que a legislação contra os mesmos tem feito com que os fiscais da prefeitura e Guarda Municipal emitissem multas altíssimas.
Inclusive, Marcelo Valim foi autor da lei que ampliou maior rigor aos clandestinos, priorizando aqueles que lutaram pela regularização.
Ao receber mais de 70 clandestinos, o vereador afirmou que irá buscar junto ao departamento jurídico da Câmara uma alternativa que possa dar respaldo à Prefeitura e também aos mototaxistas. Foi agendado para a próxima semana um encontro com o grupo na tentativa de uma conciliação.
Após conversar e receber as posições dos mototaxistas clandestinos, Marcelo Valim se reuniu com o secretário Sérgio Buranelli (Cidadania e Segurança). "É bom a gente conversar e encontrar um denominador comum para que essas pessoas, que perderam empregos e lutam como mototaxistas para encontrar uma saída para esta situação. O importante é que eles são trabalhadores e não bandidos, que querem levar o sustento para sua família", explicou Valim.
Caso não seja resolvida a questão do curso e credenciamento (Franca pode credenciar mais 500 mototaxistas conforme a lei), os profissionais deverão realizar uma manifestação na Câmara Municipal.
Fonte:Diário da Franca